Mentiras, manipulação, cobardia e ameaças: a mim também nunca me enganaste Miguel Reis

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Existe um indivíduo, de seu nome Miguel Reis, que eu não conheço de lado nenhum. Digo que não o conheço pessoalmente, penso que nunca estive com ele, mas cruzei-me um par de vezes com ele nas redes sociais. Como irão perceber mais à frente, nunca correu bem. Acontece que esta pessoa, que partilhou o meu texto da passada Terça-feira no E a Trofa é Minha, e que promoveu um ataque pessoal sem nunca refutar o seu conteúdo, limitando-se a distorcer, manipular e mentir sobre o que lá está escrito, começa por dizer que “Fica ao vosso critério dar crédito a este tipo de informante” que é precisamente aquilo que fez quando começou a falar do referido texto minutos após a sua publicação (obrigado pela preferência). Sinal que segue o nosso trabalho, ainda que seja apenas para distorçer, manipular, mentir e, a considerar pelo discurso, ressabiar. Na volta serviu-lhe a carapuça (detesto esta expressão mas não resisti à ironia de a usar já que na primeira vez em que troquei argumentos com ele no Facebook (ver no final do texto) me acusou de forma ridícula de o ter feito, partindo posteriormente para a tal distorção, para a mentira, para a manipulação, para a intimidação e para a ameaça – as armas dos cobardes – apenas porque não concordava ou se dava sequer ao trabalho de ler as respostas à discussão por ele provocada).

A grande mentira desta posta do indivíduo Miguel Reis, que do alto do ódio sectário político-partidário cego me acusa de ter, e cito, a “coragem de chamar palermas ás gentes da sua cidade“, é algo que só existe na imaginação fértil do indivíduo, combinada com o ódio sectário que destila, uma vez que não existe no texto, servindo apenas a sua estratégia ridícula de ataque pessoal. Em momento algum chamei palermas às gentes da minha cidade. Chamei, isso sim, palermas aos palermas que em 2013 tentaram culpar a então presidente da CM da Trofa, Joana Lima, pelas cheias. Palermas que o fizeram não por terem essa opinião mas porque tal fazia parte de uma estratégia eleitoral. E quero deixar claro que os considero mesmo uns palermas. Acontece que no concelho da Trofa vivem perto de 40 mil pessoas e os palermas serão, quanto muito, uns 100.

A sensação com que fico é que o indivíduo enfiou a carapuça (lá está, a expressão assenta-lhe como uma luva, não consigo evitar) e, para a sua vingança ter mais impacto, decidiu tentar distorcer o sentido das minhas palavras para tentar convencer os amigos que não leram o texto ou que partilham do mesmo ódio sectário. Não é a primeira vez como poderão confirmar em baixo.

Depois temos o convite à emigração, a fazer lembrar um certo presidente de câmara do qual esta pessoa terá possivelmente um poster na parede do quarto. Porém, lamento informar o indivíduo mas eu não vou a lado nenhum e esmiuço a realidade da minha cidade e do meu concelho as vezes que eu quiser, quando eu quiser. E porquê? Porque sou livre de o fazer. Eu sei que para alguns é aborrecido mas faz parte de viver em democracia. E pretendo viver na Trofa até morrer por muito que indivíduos cobardes como Miguel Reis me tentem intimidar.

Mas nada disto é novo. As mentiras, as deturpações e as ameaças remontam a Junho de 2013 (ver em baixo). Quando tive conhecimento do post em questão, fiquei perplexo não só com a mentira mas também com a forma cobarde como a questão foi abordada. E como quem não sente não é filho de boa gente (coisa que sou, apesar do ódio sectário da pessoa em causa já ter chegado ao cúmulo de atacar a minha família, que nada tinha a ver com as discussões que tivemos), não podia deixar o indivíduo sem resposta.

O que se seguiu foi uma tentativa de linchamento cobarde, sem que nunca fosse refutado um único dos meus argumentos. Apenas raiva, ódio e ressabiamento. Por esse motivo, queria também aproveitar para endereçar alguns comentários a alguns dos participantes no post do individuo, caso cheguem a ler estas linhas:

Carla Patrícia: muito obrigado por, ao contrário da maioria dos comentadores, te teres dado ao trabalho de ler o texto antes de comentar. E não dês importância às deturpações e restantes manobras do indivíduo, muito menos ao facto de ter gozado com a tua inteligência quando quem não soube ler o que lá estava escrito foi ele;

Luísa Pontes: eu não sou um “parasita frustrado”. Trabalho, cumpro os meus deveres de cidadão, tenho actividade associativa e nas horas vagas escrevo. Se não gosta basta não ler. Agora não me conhecendo de lado nenhum, deixe-se de insultos. O seu ódio baseado em sabe-se lá o quê e a falta de educação que a leva inclusive a fazer comentários infelizes em fotografias de amigas que temos em comum deixa-me na dúvida se estarei perante uma mulher ou uma criança birrenta. E olhe que eu não preciso de atenção. Repare que até pessoas como a senhora que não me interessam para nada perdem tempo a dar-me essa atenção. Guarde-a para quem precise dela, sim? Faça um favor a si e a mim e não perca o seu precioso tempo comigo.

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Luís Soares: eu não estou interessado no poder e já fiz questão de o clarificar por escrito, pedindo a críticos como o senhor para guardarem as ditas palavras e me atirarem à cara no dia que aparentar ter mudado de ideias. Estou muito feliz e realizado a fazer aquilo que faço e tenho bem noção que não tenho as aptidões necessárias para ser, por exemplo, presidente de Câmara. O que não invalida, como cidadão de pleno direito, que não possa comentar assuntos da esfera pública, ao contrário do senhor que comenta pessoas, ainda por cima que não conhece. Mas noto com entusiasmo a sua opinião sobre os políticos que querem “estar lá no poder a mamar sem fazerem nada“. Eu ainda acredito em alguns. O senhor não acredita em nenhum. Não sei se era sua intenção mas acertou em todos. Até naquele que o seu amigo tanto se dedica a proteger. E deixe-me que lhe diga que não me conhece de lado nenhum para fazer juízos de valor sobre mim. Será que gostava que fizesse o mesmo consigo? Quem me diz que não é o Luís Soares que anda atrás de um tacho? Ou que é pago para dizer essas barbaridades?

LSSara Isabel Costa: critiquei inúmeras vezes, algumas delas acompanhadas por rasgados elogios de muitos daqueles que hoje demonizam o E a Trofa é Minha, a condução da obra do Parque das Azenhas pelo executivo anterior. Sugiro que abra o Google e insira “Joana+Lima+PS+Parque das Azenhas+E+a+Trofa+e+Minha” de forma a comprovar aquilo que digo. Deixo-lhe um exemplo (clicar aqui). Na altura, gente do calibre do seu amigo também me ameaçou, tal como Miguel Reis fez no passado.

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Já agora, “defender a sua dama”??? Quem lhe disse isso é um palerma. Corra a mesma pesquisa, desta vez retirando PS e Parque das Azenhas e veja lá o que já escrevi sobre a minha dama. Vai ficar admirada com o nível da minha defesa. Deixo-lhe este texto (clicar aqui) para dissipar as suas dúvidas. Sabe, nem todos somos reféns de cegueira partidária. O meu único partido é a Trofa. Mas não é por discordar de A ou B que vou participar em linchamentos cobardes baseados em mentiras e manipulações.

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Carlos Couto: este palerma já falou várias vezes sobre as cheias, que são um clássico nesta terra, e não, não acha que a culpa seja do presidente ou da antecessora. Se tivesse lido o texto em vez de fazer perguntas palermas, talvez tivesse percebido isso. Mas eu percebo a agenda.

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Marta Salgueirinho: imaturidade? falta de carácter e educação? E retira tudo isso do facto de enviar uma mensagem a uma pessoa que me fez um ataque com base em mentiras e manipulações onde o acuso de cobardia? O que dizer então de alguém que faz ameaças a quem discorda dele, que formula ataques pessoais com base em mentiras e deturpações? Imaturidade é, por exemplo, julgar uma pessoa sem motivo. Aquilo que a senhora fez com o seu comentário.

MS

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Feito o devido esclarecimento, vamos voltar atrás no tempo, a Junho de 2013. E uma vez que o indivíduo Miguel Reis teve a amabilidade de partilhar a mensagem que lhe enviei na Terça-feira, aproveito também para partilhar uma troca de mensagens que tive com ele, numa altura em que, durante uma discussão no Facebook, fui ameaçado pelo indivíduo em causa:

Conversa 1

Conversa 2

Conversa 3

Portanto o indivíduo percebeu que foi longe de mais e inventou uma história absolutamente absurda, começando por me ameaçar enquanto eu me limitei a tentar perceber o porquê de ter envolvido a minha família, que destratou e que nada tinha que ver com o assunto, numa discussão que só nos dizia respeito aos dois. A determinada altura inventa a história que surge na sua última mensagem em cima transcrita, assumindo um papel que é um clássico Miguel Reis, o de vítima. Encontrou um sósia meu, apesar de ter escrito antes que sabia quem era a minha família, a tal que insultou sem que estes se pudessem defender, como bom cobarde que foi. Não sem antes admitir que a sua intenção era, e cito, “picar ao máximo a tua paciência“, a que acrescento, e cito novamente, “pois a intenção era mesmo roçar e provocar“. São modos de actuar que dizem muito de quem os usa. Não sou eu que o digo: é o próprio que admite que a sua intenção era meramente a de provocar. Haja maturidade e moralismo.

Roçar, provocar, picar ao máximo a paciência de alguém, ameaçar. Mais ou menos o mesmo que fazem os palermas que, por exemplo, usam as cheias para atacar um político em período de pré-campanha com o objectivo de o desgastar, provocar danos de imagem, ganhar votos e virar a opinião pública contra ele. Como vários apoiantes e militantes do PSD fizeram com Joana Lima em 2013. E Miguel Reis, por muito que tente calçar os sapatos da vítima, não é muito diferente deles. Apenas tendencialmente mais agressivo e ameaçador.

Já eu escrevo sobre a minha terra, com total legitimidade que a minha cidadania me confere. Não discuto pessoas alicerçado em mentiras como fez o indivíduo e alguns pseudo-moralistas que a ele se juntaram na sua idiota tentativa de linchamento público. O meu objectivo foi, é e sempre será discutir a Trofa. Seja para denunciar um ajuste directo suspeito ou um atropelo da liberdade de expressão, seja para elogiar boas práticas ou simplesmente para dar sugestões. Quem não quer ler tem bom remédio: não lê. Manipulações, distorções, mentiras e ataques de carácter que visem o E a Trofa é Minha, a minha família ou a minha pessoa NUNCA ficarão sem resposta. Por muitas ameaças que me sejam feitas. Sou livre e não tenho medo de cobardes.

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Para os que tiveram paciência de aqui chegar, e quiserem perceber a origem da troca de mensagens, fica aqui a transcrição da discussão que a originou. Uns preferem a mentira e a manipulação, outros preferem a transparência. Notem que, a julgar pelas palavras do indivíduo na sua última mensagem, tudo aquilo não era para mim. Era para outro João Mendes, da Trofa, de quem ele conhece a família e sabe que tem irmãos, que tem uma fisionomia igual à minha e que discute política nas redes sociais. Compreendo-o. Só em Joões Mendes com estas características que o indivíduo frisa “conhecer bem” somos para cima de uma enormidade deles. E mesmo que esse paleio de saco fosse verdade, que não é, a forma de agir não deixa de se pautar pela provocação barata, pela mentira, pela manipulação e pela intimidação. E ainda tem a distinta lata de se armar em vítima e moralista.

Discussão 2 Discussão 3 Discussão 4 Discussão 5 Discussão 6 Discussão 7 Ameaças familia Discussão 9 Discussão 10 Discussão 11 Discussão 12

Obrigado a todos que se deram ao trabalho de ler. Desculpem se me alonguei mas entendo que a nossa integridade deve ser defendida com unhas e dentes. Doa a quem doer.

Para o cobarde, que fique a saber que também nunca me enganou. A diferença é que eu discuto assuntos que me afectam e que me dizem respeito. Ele limita-se a ser um anarca que, como ele próprio disse, quer picar e provocar. Discutir pessoas. E eu acrescentaria intimidar, mentir e manipular. E mais haveria a dizer. Hoje ficamos por aqui.

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Sílvio Mix: desmontando um benfiquista fanático e apologista da violência

NOTA INTRODUTÓRIA DIRIGIDA AO VISADO: caro Sílvio, antecipando uma das tuas habituais mentiras e manipulações de discurso tão comuns nestes contextos, nota que o texto em baixo diz respeito à tua incapacidade de manter conversas racionais e equilibradas quando o tema é o futebol. Não pretendo, em momento algum, fazer qualquer julgamento à tua pessoa que ultrapasse este balizamento.

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O fanático futebolístico é uma espécie de fundamentalista islâmico sem armas. O ódio está-lhe no sangue e tudo porque quando o tema é futebol, a irracionalidade básica se apodera do que resta dos seus neurónios. Aqueles que nestes momentos conseguem continuar a funcionar. Eu tenho um fanático futebolístico adepto do SL Benfica entre os meus contactos do Facebook, um fanático que, como fanático que é, age com irracionalidade quando a palavra Benfica surge, seja em que contexto for, a partir do momento em que possa, de alguma forma, afectar o seu radicalismo saloio.

O fanático futebolístico de que vos falo chama-se (aqui pela terra virtual do Facebook) Sílvio Mix. O Sílvio Mix até pode ser um excelente pessoa quando está fora do boneco fanático, nem vou colocar isso em questão e misturar temas descendo ao nível fanático e irracional que neste contexto caracteriza o indivíduo, mas quando veste o uniforme de fanático, tudo pode acontecer. É então que surge o insulto permanente, mediocremente camuflado quando alguém o confronta com tal imbecilidade, a mentira rudimentar, a manipulação do discurso de quem contesta o seu fanatismo, a incitação à violência e até – pasmem-se – a celebração da morte de alguém com cuja opinião futebolística não concorda. Quando Pôncio Monteiro morreu, o fanático Sílvio Mix destilou ódio em vários posts no Facebook, manifestando-se “feliz” pela morte do conhecido adepto do FC Porto, considerando o acontecimento como “uma notícia muito boa” relativamente a alguém que “merece respeito mas é enterradinho bem lá nu fundo da terra”. No meio deste destilar de ódio sectário ao nível de um qualquer partidário da Al-Qaeda ou do Estado Islâmico, este simpático fanático ainda conseguiu ser irónico ao ponto de dizer que tinha feito o post que podem ver em baixo porque o homem era “um chulo mal educado”. Porque bem educado é quem usa este tipo de linguagem. Desde que seja do único clube tolerado pelo fanático claro está. Em suma, e regressando às palavras do fanático, foi com “felicidade” que recebeu a notícia da morte de Pôncio Monteiro. Mais ou menos como quando morre um inimigo de terroristas islâmicos e se celebra com o Corão numa mão e uma AK-47 na outra. Enfim, puro ódio sectário na sua versão mais primitiva e rudimentar. Mas não o confrontem com este destilar de ódio. Ele irá usar as estratégias mais infantis para o negar e terminará acusando-vos de serem mal educados, um conceito que Sílvio Mix obviamente não domina. Será também interessante observarem, possivelmente tomados pelo conceito de vergonha alheia, que ele parece acreditar que as suas estratégias infantis funcionam com adultos.

Morte aos portistas III

Claro que a morte de Pôncio Monteiro não satisfaz a interminável sede de sangue azul e branco de Sílvio Mix. É preciso morrerem ainda mais porque o fanatismo e a permanente apologia da violência a tal o obrigam:

Morte aos portistas II

Mas a incitação à morte dos “infiéis” não fica por aqui. Mais recentemente, e na sequência de um jogo com o Benfica, momento em que apesar do estado de negação anedótica do fanático é comum vê-lo falar sobre o FC Porto, Sílvio Mix incitava à “morte aos corruptos e escumalha de Contumil”:

Morte aos portistas

Claro que, se o confrontarmos com isso, ele dirá que se dirige apenas a certas pessoas. Umas vezes dirige-se a todos os que atacam o Benfica nas redes sociais, outras apenas aos seus ódios futebolísticos de estimação, enfim, irá sempre depender do argumento que ele inventar no momento (o que leva a anedóticas contradições em que poderá mesmo chegar a negar algo que o próprio escreveu no comentário anterior) para tentar mascarar o ódio que o conduz em qualquer discussão que tenha algo a ver com futebol, clubes de futebol, opiniões de adeptos ou mesmo situações que ultrapassam as 4 linhas como os tristes episódios do passado Domingo que este simpático fanático fez questão de tentar justificar.

Mas nem só da celebração ou mero desejo de morte dos seus adversários vive um fanático como Sílvio Mix. Por vezes, sendo o leitor um normal portista ou sportinguista (às vezes também destilia o seu ódio e clama algumas mortes para o lado de Alvalade) poderá receber a resposta mais violenta e idiota a um comentário tão normal como “isso é só inveja”. Reparem:

Ódio a rodos Mix

Outras vezes, quando as coisas não correm como ele gostaria, até pessoas afectas ao seu clube são insultadas. Será que depois de ser bicampeão ainda diz estas barbaridades sobre Jorge Jesus, o homem que voltou a colocar o Benfica no mapa do futebol depois de anos de humilhações sucessivas, em Portugal e na Europa?

Morte a JJ by Mix

JJ FDP by Mix

O antigo jogador dos encarnados Emerson foi outro dos visados. Aqui sobressaí também um toque racista que o fanatismo deixou sair:

Racismo

Interessante perceber que a mesma pessoa que apelida um atleta da sua equipa de “preto de merda” que é um “grande FDP” seja o mesmo que vem falar do racismo e do “xenofobismo” (sic.) da claque do Sporting, estendendo de imediato os insultos a todo o clube – como de resto é hábito da parte deste simpático fanático – e aproveitando a deixa para mais umas incitações à morte de terceiros. Será que Sílvio Mix fez algum comentário quando alguns adeptos do seu clube e da claque da qual parece fazer parte exibiram uma faixa a gozar com a morte do adepto sportinguista na fatídica final do Jamor? Claro que não. Fanatismo e coerência raramente andam juntos por aqueles lados e como vamos percebendo, a apologia da violência é uma constante:

Anti-Sporting

Outra característica interessante deste fanático futebolístico é a permanente fixação e obsessão pelo FC Porto, que no seu radicalismo lunático nega à exaustão, mas que pode ser facilmente provado por situações tão diversas como reacções a jogos do Porto. Aliás, ele é o único que acredita não ser obcecado pelo FC Porto, todas as restantes pessoas que o rodeiam sabem que ele é:

Mix loves FCPorto II

Mix loves FCPorto III

Tudo isto me leva ao ponto onde queria chegar. São anos de fanatismo, dos quais vos deixo apenas alguns exemplos, entre inúmeros outros desde publicações a comentários carregados de ódio, incitação à violência, insultos que abrangem, ao contrário do que o fanático tenta covardemente mascarar quando alguém o confronta, toda a nação portista, e utilização de pretextos absurdos para desvirtuar qualquer discussão em que se veja envolvido e na qual seja exposto a argumentos construtivos aos quais, regra geral, responde com argumentos infantis do estilo “quem diz é quem é”.

Dizem-me vocês: e porque é que não o bloqueias? Sinceramente porque nunca me lembrei de o fazer. Limitava-me a sentir pena de um ser tão perturbado pelo seu fanatismo quando o assunto era futebol. Mas recentemente envolvi-me numa discussão com ele. Uma discussão que começou com a seguinte publicação:

origem do problema

A discussão podem-na encontrar no mural do fanático em 14 de Dezembro do ano passado. Uma leitura atenta e despida de clubismos de qualquer natureza mostrar-vos-à o discurso sectário, as contradições anedóticas, o insulto permanente acompanhado pela ironia ridícula de quem se acha no direito de insultar todos os portistas para depois se esconder por trás da desculpa patética e idiota de que se refere apenas a duas ou três pessoas que podia facilmente referir. Aliás, alguns dos print screens que vos deixo são elucidativos da forma repugnante como o fanático se dirige aos portistas, sejam eles quem forem, façam eles o que fizerem. É ódio no seu estado mais puro disparado por alguém que desce ao nível mais reles possível para fazer valer os seus argumentos parciais e enviesados. E apesar desta linguagem digna de um delinquente, em que qualquer um, do portista comum ao treinador do seu clube é um “filho da puta” ou um “porco corrupto“, termos repetidos à exaustão, Sílvio Mix tem a distinta e patética lata de questionar a educação de quem o confronta com estes factos como se ele soubesse o que significa o termo.

A discussão acabou e cheguei mesmo a escrever na minha página que nunca mais discutiria futebol no Facebook tal foi o grau de absurdo e negação alucinada com que me deparei. Contudo, na sequência da vitória do Benfica no campeonato, o indivíduo que afirma que se limitou a postar uma foto dos festejos do seu clube reagiu como é seu hábito e, não tendo capacidade de festejar as suas vitórias sem atacar os adeptos do Porto, voltou ao nível baixo e reles a que nos habituou:

Insultos Mix

Em três frases, uma tinha que ser para a sua obsessão azul e branca: “Aos corruptos apenas tenho a dizer: para o ano há mais“. Admira-me como é que este fanático tem um amigo que seja adepto do Porto. Eu tenho amigos de todos os clubes, uns mais aguerridos que outros, mas nenhum capaz de utilizar este tipo de discurso permanentemente porco e nojento ou tão pouco capaz de celebrar a morte de um adversário. No caso do Sílvio Mix, a obsessão pelo Porto não lhe dá sossego e chega por vezes a eclipsar os festejos do seu clube.

Voltei a reagir. E reagi com a certeza que quando aquela discussão terminasse iria fazer desaparecer aquele fanático da minha conta de Facebook. Mas não podia estar calado porque cada um é como é, com qualidades e defeitos. Eu tenho valores e quem não sente não é filho de boa gente porque por muito que este ser de discurso contraditório e fundamentalista diga que se refere a um universo reduzido de pessoas – quando confrontado com algum amigo mais revoltado costuma dizer “Mas tu não, tu és um portista que eu respeito” e paleios de saco semelhantes – o insulto é abrangente, violento e sectário. Afinal de contas, estamos a falar de alguém que fica feliz com a morte de outro ser humano apenas porque não gostava das opiniões futebolísticas dele. Mais ou menos como os gajos do Estado Islâmico. Lá está, falta-lhe a AK-47.

Escrevi isto porque, no meio de tanta discussão e de dezenas de comentários, o fanático tentou, com o seu discurso manipulador que recorre à mentira, à manipulação e à dissimulação, fazer desta discussão um mero exercício de azia da minha parte. É claro que estou triste com a derrota do Porto mas se fosse azia, por motivo não haveria eu de me “pegar” com outros benfiquistas? A resposta é simples: porque nunca foi esse o meu motivo. Claro que, para mascarar a sua falta de educação gritante e fanatismo básico, Sílvio Mix esforçou-se, em vão na minha opinião, por tentar transformar isto numa discussão sobre futebol de forma a que pudesse ocultar o ódio denunciado que destila todos os dias da sua vida contra o FC Porto. Desta forma, tentou fazer-se passar por vítima e desviar a atenção da denúncia do seu comportamento repugnante. Mas isto nunca foi uma discussão sobre futebol. Isto é uma discussão entre um fanático e um adepto do Porto que está farto de ver estes insultos patéticos e trogloditas dia após dia e que achou que o devia confrontar com tal, assumindo que a racionalidade pudesse imperar. Mas não, com fanáticos não é possível. Só percebem a linguagem do ódio e do sectarismo e usam e abusam da violência, da mentira e da manipulação.

Em suma, e parafraseando o mister Scolari, “O burro sou eu”. Burro por tentar pela segunda vez ter uma discussão normal com um fanático, burro por insistir nessa mesma discussão na esperança que os factos o fizessem retractar-se, burro por sequer o manter nos meus contactos do Facebook, algo que mudará logo após dar a este fanático a possibilidade de me responder ao invés de ter a postura cobarde de quem cita uma conversa privada para denegrir uma pessoa com base em mentiras e manipulações sem ter maturidade para informar o visado sobre isso. Burro acima de tudo por achar que um fanático com argumentos de uma criança de 4 anos poderia ter uma conversa de adultos. O burro, sem dúvida alguma, fui eu. Mas antes burro que fanático apologista da violência. Quem me mandou dar conversa a um radical movido a ódio?