Sílvio Mix: desmontando um benfiquista fanático e apologista da violência

NOTA INTRODUTÓRIA DIRIGIDA AO VISADO: caro Sílvio, antecipando uma das tuas habituais mentiras e manipulações de discurso tão comuns nestes contextos, nota que o texto em baixo diz respeito à tua incapacidade de manter conversas racionais e equilibradas quando o tema é o futebol. Não pretendo, em momento algum, fazer qualquer julgamento à tua pessoa que ultrapasse este balizamento.

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O fanático futebolístico é uma espécie de fundamentalista islâmico sem armas. O ódio está-lhe no sangue e tudo porque quando o tema é futebol, a irracionalidade básica se apodera do que resta dos seus neurónios. Aqueles que nestes momentos conseguem continuar a funcionar. Eu tenho um fanático futebolístico adepto do SL Benfica entre os meus contactos do Facebook, um fanático que, como fanático que é, age com irracionalidade quando a palavra Benfica surge, seja em que contexto for, a partir do momento em que possa, de alguma forma, afectar o seu radicalismo saloio.

O fanático futebolístico de que vos falo chama-se (aqui pela terra virtual do Facebook) Sílvio Mix. O Sílvio Mix até pode ser um excelente pessoa quando está fora do boneco fanático, nem vou colocar isso em questão e misturar temas descendo ao nível fanático e irracional que neste contexto caracteriza o indivíduo, mas quando veste o uniforme de fanático, tudo pode acontecer. É então que surge o insulto permanente, mediocremente camuflado quando alguém o confronta com tal imbecilidade, a mentira rudimentar, a manipulação do discurso de quem contesta o seu fanatismo, a incitação à violência e até – pasmem-se – a celebração da morte de alguém com cuja opinião futebolística não concorda. Quando Pôncio Monteiro morreu, o fanático Sílvio Mix destilou ódio em vários posts no Facebook, manifestando-se “feliz” pela morte do conhecido adepto do FC Porto, considerando o acontecimento como “uma notícia muito boa” relativamente a alguém que “merece respeito mas é enterradinho bem lá nu fundo da terra”. No meio deste destilar de ódio sectário ao nível de um qualquer partidário da Al-Qaeda ou do Estado Islâmico, este simpático fanático ainda conseguiu ser irónico ao ponto de dizer que tinha feito o post que podem ver em baixo porque o homem era “um chulo mal educado”. Porque bem educado é quem usa este tipo de linguagem. Desde que seja do único clube tolerado pelo fanático claro está. Em suma, e regressando às palavras do fanático, foi com “felicidade” que recebeu a notícia da morte de Pôncio Monteiro. Mais ou menos como quando morre um inimigo de terroristas islâmicos e se celebra com o Corão numa mão e uma AK-47 na outra. Enfim, puro ódio sectário na sua versão mais primitiva e rudimentar. Mas não o confrontem com este destilar de ódio. Ele irá usar as estratégias mais infantis para o negar e terminará acusando-vos de serem mal educados, um conceito que Sílvio Mix obviamente não domina. Será também interessante observarem, possivelmente tomados pelo conceito de vergonha alheia, que ele parece acreditar que as suas estratégias infantis funcionam com adultos.

Morte aos portistas III

Claro que a morte de Pôncio Monteiro não satisfaz a interminável sede de sangue azul e branco de Sílvio Mix. É preciso morrerem ainda mais porque o fanatismo e a permanente apologia da violência a tal o obrigam:

Morte aos portistas II

Mas a incitação à morte dos “infiéis” não fica por aqui. Mais recentemente, e na sequência de um jogo com o Benfica, momento em que apesar do estado de negação anedótica do fanático é comum vê-lo falar sobre o FC Porto, Sílvio Mix incitava à “morte aos corruptos e escumalha de Contumil”:

Morte aos portistas

Claro que, se o confrontarmos com isso, ele dirá que se dirige apenas a certas pessoas. Umas vezes dirige-se a todos os que atacam o Benfica nas redes sociais, outras apenas aos seus ódios futebolísticos de estimação, enfim, irá sempre depender do argumento que ele inventar no momento (o que leva a anedóticas contradições em que poderá mesmo chegar a negar algo que o próprio escreveu no comentário anterior) para tentar mascarar o ódio que o conduz em qualquer discussão que tenha algo a ver com futebol, clubes de futebol, opiniões de adeptos ou mesmo situações que ultrapassam as 4 linhas como os tristes episódios do passado Domingo que este simpático fanático fez questão de tentar justificar.

Mas nem só da celebração ou mero desejo de morte dos seus adversários vive um fanático como Sílvio Mix. Por vezes, sendo o leitor um normal portista ou sportinguista (às vezes também destilia o seu ódio e clama algumas mortes para o lado de Alvalade) poderá receber a resposta mais violenta e idiota a um comentário tão normal como “isso é só inveja”. Reparem:

Ódio a rodos Mix

Outras vezes, quando as coisas não correm como ele gostaria, até pessoas afectas ao seu clube são insultadas. Será que depois de ser bicampeão ainda diz estas barbaridades sobre Jorge Jesus, o homem que voltou a colocar o Benfica no mapa do futebol depois de anos de humilhações sucessivas, em Portugal e na Europa?

Morte a JJ by Mix

JJ FDP by Mix

O antigo jogador dos encarnados Emerson foi outro dos visados. Aqui sobressaí também um toque racista que o fanatismo deixou sair:

Racismo

Interessante perceber que a mesma pessoa que apelida um atleta da sua equipa de “preto de merda” que é um “grande FDP” seja o mesmo que vem falar do racismo e do “xenofobismo” (sic.) da claque do Sporting, estendendo de imediato os insultos a todo o clube – como de resto é hábito da parte deste simpático fanático – e aproveitando a deixa para mais umas incitações à morte de terceiros. Será que Sílvio Mix fez algum comentário quando alguns adeptos do seu clube e da claque da qual parece fazer parte exibiram uma faixa a gozar com a morte do adepto sportinguista na fatídica final do Jamor? Claro que não. Fanatismo e coerência raramente andam juntos por aqueles lados e como vamos percebendo, a apologia da violência é uma constante:

Anti-Sporting

Outra característica interessante deste fanático futebolístico é a permanente fixação e obsessão pelo FC Porto, que no seu radicalismo lunático nega à exaustão, mas que pode ser facilmente provado por situações tão diversas como reacções a jogos do Porto. Aliás, ele é o único que acredita não ser obcecado pelo FC Porto, todas as restantes pessoas que o rodeiam sabem que ele é:

Mix loves FCPorto II

Mix loves FCPorto III

Tudo isto me leva ao ponto onde queria chegar. São anos de fanatismo, dos quais vos deixo apenas alguns exemplos, entre inúmeros outros desde publicações a comentários carregados de ódio, incitação à violência, insultos que abrangem, ao contrário do que o fanático tenta covardemente mascarar quando alguém o confronta, toda a nação portista, e utilização de pretextos absurdos para desvirtuar qualquer discussão em que se veja envolvido e na qual seja exposto a argumentos construtivos aos quais, regra geral, responde com argumentos infantis do estilo “quem diz é quem é”.

Dizem-me vocês: e porque é que não o bloqueias? Sinceramente porque nunca me lembrei de o fazer. Limitava-me a sentir pena de um ser tão perturbado pelo seu fanatismo quando o assunto era futebol. Mas recentemente envolvi-me numa discussão com ele. Uma discussão que começou com a seguinte publicação:

origem do problema

A discussão podem-na encontrar no mural do fanático em 14 de Dezembro do ano passado. Uma leitura atenta e despida de clubismos de qualquer natureza mostrar-vos-à o discurso sectário, as contradições anedóticas, o insulto permanente acompanhado pela ironia ridícula de quem se acha no direito de insultar todos os portistas para depois se esconder por trás da desculpa patética e idiota de que se refere apenas a duas ou três pessoas que podia facilmente referir. Aliás, alguns dos print screens que vos deixo são elucidativos da forma repugnante como o fanático se dirige aos portistas, sejam eles quem forem, façam eles o que fizerem. É ódio no seu estado mais puro disparado por alguém que desce ao nível mais reles possível para fazer valer os seus argumentos parciais e enviesados. E apesar desta linguagem digna de um delinquente, em que qualquer um, do portista comum ao treinador do seu clube é um “filho da puta” ou um “porco corrupto“, termos repetidos à exaustão, Sílvio Mix tem a distinta e patética lata de questionar a educação de quem o confronta com estes factos como se ele soubesse o que significa o termo.

A discussão acabou e cheguei mesmo a escrever na minha página que nunca mais discutiria futebol no Facebook tal foi o grau de absurdo e negação alucinada com que me deparei. Contudo, na sequência da vitória do Benfica no campeonato, o indivíduo que afirma que se limitou a postar uma foto dos festejos do seu clube reagiu como é seu hábito e, não tendo capacidade de festejar as suas vitórias sem atacar os adeptos do Porto, voltou ao nível baixo e reles a que nos habituou:

Insultos Mix

Em três frases, uma tinha que ser para a sua obsessão azul e branca: “Aos corruptos apenas tenho a dizer: para o ano há mais“. Admira-me como é que este fanático tem um amigo que seja adepto do Porto. Eu tenho amigos de todos os clubes, uns mais aguerridos que outros, mas nenhum capaz de utilizar este tipo de discurso permanentemente porco e nojento ou tão pouco capaz de celebrar a morte de um adversário. No caso do Sílvio Mix, a obsessão pelo Porto não lhe dá sossego e chega por vezes a eclipsar os festejos do seu clube.

Voltei a reagir. E reagi com a certeza que quando aquela discussão terminasse iria fazer desaparecer aquele fanático da minha conta de Facebook. Mas não podia estar calado porque cada um é como é, com qualidades e defeitos. Eu tenho valores e quem não sente não é filho de boa gente porque por muito que este ser de discurso contraditório e fundamentalista diga que se refere a um universo reduzido de pessoas – quando confrontado com algum amigo mais revoltado costuma dizer “Mas tu não, tu és um portista que eu respeito” e paleios de saco semelhantes – o insulto é abrangente, violento e sectário. Afinal de contas, estamos a falar de alguém que fica feliz com a morte de outro ser humano apenas porque não gostava das opiniões futebolísticas dele. Mais ou menos como os gajos do Estado Islâmico. Lá está, falta-lhe a AK-47.

Escrevi isto porque, no meio de tanta discussão e de dezenas de comentários, o fanático tentou, com o seu discurso manipulador que recorre à mentira, à manipulação e à dissimulação, fazer desta discussão um mero exercício de azia da minha parte. É claro que estou triste com a derrota do Porto mas se fosse azia, por motivo não haveria eu de me “pegar” com outros benfiquistas? A resposta é simples: porque nunca foi esse o meu motivo. Claro que, para mascarar a sua falta de educação gritante e fanatismo básico, Sílvio Mix esforçou-se, em vão na minha opinião, por tentar transformar isto numa discussão sobre futebol de forma a que pudesse ocultar o ódio denunciado que destila todos os dias da sua vida contra o FC Porto. Desta forma, tentou fazer-se passar por vítima e desviar a atenção da denúncia do seu comportamento repugnante. Mas isto nunca foi uma discussão sobre futebol. Isto é uma discussão entre um fanático e um adepto do Porto que está farto de ver estes insultos patéticos e trogloditas dia após dia e que achou que o devia confrontar com tal, assumindo que a racionalidade pudesse imperar. Mas não, com fanáticos não é possível. Só percebem a linguagem do ódio e do sectarismo e usam e abusam da violência, da mentira e da manipulação.

Em suma, e parafraseando o mister Scolari, “O burro sou eu”. Burro por tentar pela segunda vez ter uma discussão normal com um fanático, burro por insistir nessa mesma discussão na esperança que os factos o fizessem retractar-se, burro por sequer o manter nos meus contactos do Facebook, algo que mudará logo após dar a este fanático a possibilidade de me responder ao invés de ter a postura cobarde de quem cita uma conversa privada para denegrir uma pessoa com base em mentiras e manipulações sem ter maturidade para informar o visado sobre isso. Burro acima de tudo por achar que um fanático com argumentos de uma criança de 4 anos poderia ter uma conversa de adultos. O burro, sem dúvida alguma, fui eu. Mas antes burro que fanático apologista da violência. Quem me mandou dar conversa a um radical movido a ódio?

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